Confira balanço da Fiscalização do COREN-AL até junho de 2013

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No primeiro semestre de 2013, a Unidade de Fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (COREN-AL) deu continuidade a seus trabalhos nas instituições de saúde da capital e do interior do estado, realizando, até 17 de junho, 56 visitas às unidades de saúde do Estado nesta primeira metade do ano, entre hospitais, clínicas, ambulatórios, empresas e postos de atendimento com a Estratégia de Saúde da Família implantados. Além das visitas de fiscalização, a Unidade de Fiscalização do COREN-AL também acompanhou o Projeto Coren-AL Itinerante, auxiliando no atendimento dos inscritos em seus locais de trabalho,  visando registrar denúncias, esclarecer dúvidas, discutir assuntos referentes às atividades de Enfermagem e realizar a negociação de débitos.

Visita da Equipe do COREN-AL à Maternidade Santa Mônica (23/07/2012)
Manteve-se o objetivo de, antes de qualquer medida punitiva, orientar enfermeiros, técnicos, auxiliares de Enfermagem e gestores quanto à legislação que permeia a profissão da Enfermagem.

Confira abaixo um resumo das atividades da Fiscalização do COREN-AL na primeira metade de 2013.

 

Municípios que receberam visita das fiscais do COREN-AL no primeiro semestre de 2013:

1-Anadia
2-Arapiraca
3-Barra de São Miguel
4-Batalha
5-Belo Monte
6-Branquinha
7-Cajueiro
8-Campestre
9-Campo Alegre
10-Campo Grande
11-Capela
12-Carneiros
13-Chã Preta
14-Coité do Nóia
15-Colônia Leopoldina
16-Coqueiro Seco
17-Coruripe
18-Dois Riachos
19-Feliz Deserto
20-Girau do Ponciano
21-Igaci
22-Maceió
23-Maragogi
24-Messias
25-Olho D’Água Grande
26-Olivença
27-Palestina
28-Palmeira dos Índios
29-Penedo
30-Pindoba
31-Porto Real do Colégio
32-Santana do Ipanema
33-São José da Laje
34-São José da Tapera
35-São Miguel dos Campos
36-União dos Palmares
37-Viçosa

Situações irregulares comumente encontradas:

-Unidade sem enfermeiro nas 24 horas de funcionamento da instituição onde são desenvolvidas ações de enfermagem;
-Auxiliares e/ou Técnicos de enfermagem realizando partos;
-Ausência de dimensionamento profissional, ocasionando sobrecarga de trabalho devido número insuficiente de profissionais;
-Inexistência de SAE – Sistematização da Assistência de Enfermagem;
-Inexistência de Enfermeiro Responsável Técnico;
-Funcionários da enfermagem exercendo ilegalmente a profissão, sem inscrição no Coren-AL, ou com inscrição provisória vencida.

 

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