Unidade de Fiscalização do Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (COREN-AL) informou o balanço de suas atividades na primeira metade de 2013. Dentre as principais análises tiradas do levantamento, teve destaque a importância dos processos éticos para resguardar a sociedade dos maus profissionais. Entenda o porquê:
É importante ressaltar o papel fundamental das fiscais na provocação para abertura de Processos Éticos. De acordo com dados do 4º Ecofis (Encontro dos Coordenadores Fiscais, ocorrido em novembro/2012 em Manaus), a Enfermagem ultrapassou a marca de 1,8 milhões de profissionais, e é alarmante o número insignificante de processos éticos (348 no país), instaurados no sistema COFEN/CORENs. O Processo Ético deve ser utilizado para proteger a sociedade de condutas anti-éticas ou de inaptidão técnica, punindo maus profissionais e servindo, consequentemente, para resguardar os bons profissionais.
É papel dos Conselhos de Enfermagem proteger e resguardar a sociedade de maus profissionais, pois o interesse público é fator primordial nas ações do Conselho, que deve atuar na defesa dos usuários dos serviços de Enfermagem.
A fiscalização da profissão da Enfermagem é competência outorgada pela Constituição, com foco principal na ética, utilizando-se de medidas preventivas, educativas e administrativas, com foco no diálogo com o profissional, sendo atividade exclusiva dos Conselhos Regionais de Enfermagem.


Deixe um comentário