O 20º CBCENF rompeu as barreiras do preconceito e apresentou, nesta sexta-feira (10) ,a mesa-redonda “LGBT: direito de ter direitos”. Durante toda a manhã foram debatidos pontos referentes à intolerância que o público LGBT sofre quando busca alguma instituição de saúde.
O pesquisador Joel Mancia avalia que ainda há muito preconceito dentro das equipes de Enfermagem que atendem a gays, transexuais e travestis. Muitos chegam aos hospitais com problemas sérios e acabam virando motivo de piada pela sua orientação sexual.
Outro ponto debatido durante o evento foi a preocupação da manutenção da aparência das travestis, quando estes estão internados. Fazer a barba, cortar os cabelos, pintar as unhas são coisas importantes para este público e acabam passando despercebidas pelos profissionais de Enfermagem, que não dão a devida atenção aos casos.
O Cofen aprovou em fevereiro a Resolução Cofen 537/2017, que assegura aos profissionais de Enfermagem travestis e transexuais o direito de usar o nome social em seus registros no Sistema Cofen/Conselhos Regionais.
Fonte: Ascom – Cofen
