Profissionais de enfermagem são eleitos deputados estaduais e federais

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No último domingo, dia 02, aconteceram as eleições para presidente, governador, deputados estaduais e federais. A enfermagem vem buscando ocupar espaço político para lutar não apenas por suas causas, mas por políticas públicas, especialmente na saúde.
 
Ao todo, no Brasil foram eleitos 4 deputados federais. Foram eles: o Enf. Bruno Farias de Minas Gerais, a Enf. Carmem Zanotto de Santa Catarina, a Enf. Ana Paula Lima também de Santa Catarina e o Enf Dorinaldo Malafaia do Amapá. O Nordeste não teve representação na Câmara Federal.
 
Já os deputados estaduais foram 9 em 8 estados, o Distrito Federal foi o único que elegeu dois profissionais da enfermagem para ocupar as cadeiras da Assembleia Legislativa, são eles: o Enf. Deyse Amarilio e o Enf. Jorge Viana.
 
Também tiveram enfermeiros eleitos para o cargo de deputados estaduais em Pernambuco com o Enf. Gilmar Junior, no Acre com o Enf. Adailton Cruz, no Espirito Santos com a Enf. Janete de Sá, no Rio Grande do Norte com o Enf. Neilton, em Minas Gerais com o Enf. Enes Candido, em São Paulo com a Enf. Analice Fernandes e no Paraná com a Enf. Márcia Huçulaki.
 
Para o presidente do Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (Coren-AL), Renné Costa, essa é resultado da politização da enfermagem.
 
“Tivemos uma ampliação do número de deputados federais, de 1 para 4, o que pode fazer com que as pautas importantes como o Projeto de Lei 2295/2000, das 30h – que está pronto para ser pautado desde 2016 -, a aposentadoria especial para enfermagem, a lei nacional do descanso digno, entre outras pautas específicas a defesa do SUS tenham andamento”, afirmou o presidente do Coren-AL.