O Conselho Regional de Enfermagem de Alagoas (Coren-AL) resolveu prorrogar o prazo de inscrição dos municípios para o edital de Chamamento Público até sexta-feira, dia 01, às 14h. O edital vai selecionar municípios que tenham 10 ou mais equipes de saúde na atenção primária (PACS/ESF) para capacitação em Consulta de Enfermagem Ginecológica com Ênfase nos Direitos Sexuais e Reprodutivos.
As inscrições estão sendo realizadas exclusivamente de forma on-line, através do preenchimento do formulário eletrônico (conferir edital abaixo), pelo gestor de saúde do município. Para mais dúvidas foi disponibilizado o telefone: +55 82 8185-5185.
A conselheira federal, Dannyelly Costa, coordenadora do projeto, reforça que tem sido um sucesso e devido a procura, resolveu prorrogar as inscrições. O projeto de Consulta de Enfermagem Ginecológica com Ênfase nos Direitos Sexuais e Reprodutivos acontece em parceria Conselho Federal de Enfermagem (Cofen).
O projeto pioneiro, que foi iniciado em 2019, nesta nova etapa será ampliado e vai capacitar enfermeiros das 10 Regiões de Saúde de Alagoas. “A meta é capacitar 56 enfermeiros que estão atuando na Atenção Básica, nos próximos dias vamos conversar com os secretários municipais e divulgar os critérios de participação”, explicou Renné.
O projeto poderia ser cumprido entre 2 e 3 anos, mas foi reduzido para 1 ano e 4 meses. Neste processo será iniciado o treinamento teórico com os profissionais selecionados em seguida a prática in loco com a consulta da enfermagem e a consulta de revisão após 3 meses da inserção.
A conselheira federal, Dannyelly Costa, enfatizou que o projeto requer dedicação, esforço pela responsabilidade, habilidade técnica e científica. “O projeto foi apresentado pelo presidente Renné durante a ROP do Cofen e recebeu inúmeros elogios. Tenho certeza que mudará a história da enfermagem e do SUS garantindo às mulheres consulta de enfermagem de qualidade com ênfase no planejamento reprodutivo”, afirmou.
Através do investimento em planejamento reprodutivo, as cidades vão diminuir o índice de gravidez na adolescência, abortamento ilegal, mortalidade materna e infantil, mudando indicadores da saúde no Estado.


